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Matéria publicada em: 09/05/2018

Forças Armadas e polícia fazem operações simultâneas no RJ

Agentes fazem patrulha em rodovias da Região Metropolitana e realizam cerco em comunidades da Zona Norte do Rio visando cumprir mandados de prisão e retirar barricadas.

Por G1 Rio

Ações das Forças Armadas e das polícias acontecem na Zona Norte do Rio
(Foto: Reprodução / TV Globo)

O Comando Conjunto da Intervenção Federal e da polícia do Rio fazem três operações simultâneas contra o roubo de cargas, tráfico de drogas e armas no estado do Rio, na manhã desta quarta-feira (9). Até as 12h30, 21 pessoas tinham sido presas na ação.

O objetivo principal na Região Metropolitana é reprimir o roubo de cargas. Para isso, são realizadas patrulhas motorizadas ao longo da Avenida Brasil e estabelecidos pontos de bloqueio e controle em acessos que demandam das rodovias federais. Também há pontos de fiscalização em trechos da BR-116, BR 101, RJ-101 e RJ-104.

“Essa ação está visando o roubo de cargas, que tem causado muitos transtornos ao cidadão fluminense. Nessa ação, estabelecemos três círculos de atuação, três círculos concêntricos, partindo das divisas do estado do Rio de Janeiro com São Paulo e Minas Gerais, e as rodovias que vêm desses estados”, afirmou o coronel Carlos Cinelli, porta-voz do Comando Militar do Leste.

A ação é realizada em coordenação com a Polícia Rodoviária Federal, já que são desencadeadas ações nas rodovias que conduzem às divisas com os estados de São Paulo e Minas Gerais.

No município, são realizadas ações de cerco, estabilização dinâmica e remoção de barricadas nas comunidades de Furquim Mendes, Dique e Ficap, na região compreendida entre os bairros da Pavuna e de Vigário Geral, na Zona Norte, visando o cumprimento de mandados, em especial os ligados a roubos de cargas.

Ao todo, 1.550 militares das Forças Armadas, 140 policiais rodoviários federais e 150 policiais civis atuam na ação, com apoio de meios blindados, aeronaves e equipamentos pesados de engenharia. Algumas vias nas regiões poderão ser interditadas e setores do espaço aéreo poderão ser controlados, oportunamente, com restrições dinâmicas para aeronaves civis. Não há interferência nas operações dos aeroportos.

As ações foram deflagradas no contexto das medidas implementadas pela Intervenção Federal na Segurança Pública.



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