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Matéria publicada em: 03/07/2018

Lançamento da Câmara Empresarial Rio e da Agência Fomenta Rio

No dia 29 de junho, sexta-feira última, ocorreram dois importantes eventos no Museu do Amanhã: o lançamento da Câmara Empresarial Rio – uma iniciativa que visa se tornar referência na promoção e no desenvolvimento do ambiente de negócios no Rio de Janeiro – e o da Agência de Fomento do Município do Rio de Janeiro, a Fomenta Rio.

A Câmara Empresarial Rio é uma instituição privada, sem fins lucrativos, cujo objetivo é gerar credibilidade e atrair interesses e investimentos para o Rio de Janeiro, criando um polo de talentos, empregos, negócios, oportunidades, desenvolvimento econômico, social, cultural e esportivo.

Participaram do evento o presidente da Câmara Empresarial, Josier Vilar, e o presidente da Agência Fomenta Rio, Paulo Protasio.




Josier Vilar, presidente da Câmara Empresarial Rio

Eduardo Rebuzzi, presidente da FETRANSCARGA,
ao lado de Paulo Protasio, presidente da Agência Fomenta Rio



Eduardo Rebuzzi, presidente da FETRANSCARGA,
e Tania Drumond, vice-presidente da FETRANSCARGA


Sérgio Vianna, assessor da presidência da FETRANSCARGA,
entre representantes do SEST SENAT no Rio de Janeiro



Crivella apresenta agência para promover desenvolvimento econômico e social do Rio

O prefeito do Rio, Marcelo Crivella, apresentou a Fomenta Rio durante a cerimônia de lançamento da Câmara Empresarial Rio, no Museu do Amanhã. A agência de fomento do município tem por finalidade promover ações que possibilitem o desenvolvimento econômico e social da cidade. De acordo com a prefeitura, caberá à nova estatal carioca — uma sociedade anônima de economia mista e capital fechado, com autonomia administrativa e financeira— formular estratégias para atração de investimentos privados, geração de empregos e melhoria do ambiente de negócios.

A iniciativa nasce em parceria com a Câmara Empresarial Rio, que reúne executivos e empresários em busca de ideias inovadoras para o crescimento econômico e o desenvolvimento sustentável.



Prefeito Marcelo Crivella; Paulo Protasio, presidente da Agência Fomenta Rio,
e César Augusto Barbiero, secretário municipal de Fazenda

De acordo com o prefeito, outra finalidade da Fomenta Rio é estimular o desenvolvimento de micro e pequenas empresas, e de empreendimentos de economia solidária, a partir, por exemplo, de parcerias com instituições financeiras, com o objetivo de oferecer microcrédito a empreendedores.

“Nós estimamos que o retorno para a cidade seja, além de estrutural, também financeiro. Com a agência de investimentos, novos empregos poderão ser gerados, estimulando o consumo de serviços e o aumento, por exemplo, da receita de ISS”, destacou o secretário municipal de Fazenda, César Augusto Barbiero.

Aos empresários, o prefeito acrescentou: “O ânimo e a esperança de vocês são demonstrações de que a cidade tem homens e mulheres de boa vontade, capazes de fazer política como tem que ser feita, por gente de bem, que se sente bem em servir. O Rio começa a se erguer. O Rio começa a colocar suas contas em dia. O Rio vai vencer. Vamos combater o egoísmo e o corporativismo e construir o bem comum. Não vai ser fácil, mas no fim terá valido cada sacrifício, cada lágrima, cada luta”, disse.

O trabalho de captação de boas ideias que possam se transformar em projetos terá a participação também da Câmara Empresarial Rio.

“O primeiro desafio é levantar iniciativas inovadoras no Rio, focadas no desenvolvimento sustentável, e construir uma plataforma digital que consolide esse conteúdo e otimize a implementação das ideias. Essa plataforma terá iniciativas catalogadas num ‘inovômetro’”, explicou o presidente da Câmara Empresarial Rio, Josier Vilar, destacando o caráter de busca por soluções criativas para a economia.

A Fomenta Rio é a primeira estatal carioca a nascer em acordo com o que determina a Lei de Responsabilidade das Estatais, de âmbito federal, que criou critérios mais rígidos de governança para empresas públicas e de sociedade mista. A lei estabelece regras para compras, licitações e nomeação de diretores, membros do conselho de administração e presidentes.

O texto determina ainda que o critério para nomeação seja técnico (sem influência política) e que os conselhos, com sete a 11 membros, tenham mandatos de até dois anos, com 25% de seus integrantes sem vínculo com a estatal. Ainda de acordo com a lei, as estatais deverão divulgar anualmente cartas com objetivos de política pública e dados operacionais e financeiros, como forma de reforçar o compromisso com a transparência. E terão, em até dez anos, que colocar 25% de suas ações em circulação no mercado.


Com informações do jornal O Dia.



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